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terça-feira, 29 de março de 2011

Blog do NERUDA

O E-MAIL E O POETA

Poesia é aquele gênero que todo mundo adora, mas só meia dúzia lê. Nunca figura na lista dos mais vendidos. O poeta, pra virar conhecido, precisa ganhar prêmio, ter seus poemas musicados ou, sei lá, inspirar algum filme de sucesso. No meu caso, as três coisas aconteceram. Nunca me faltou reconhecimento. Mas o que me deixou famoso, postumamente, até mesmo na parada de ônibus, foi o filme O Carteiro e o Poeta. Lembram? Essa película fez muito sucesso na década de 90. Era o filme que todo mundo gostava de gostar.

O enredo era mais ou menos esse: durante o meu exílio político em uma charmosa e bela ilha da Itália (na verdade me exilei na fria Isla Negra – pertencente ao Chile), para manter a minha correspondência em dia, eu contrato um carteiro extra. Esse sujeito, quase analfabeto, aprende, através da convivência comigo, a escrever seus sentimentos por sua amada. Ele acaba conquistando-a (depois dizem que a poesia não serve pra nada). E eu, em troca, ganhei um ouvinte atento e compreensivo para as lembranças saudosas de minha pátria.

Estou contando isso porque, esses dias, eu li num caderno de informática que o e-mail vai desaparecer. Os autores do artigo sustentam que as mensagens enviadas através de redes sociais, telefones celulares e comunicadores tipo Messenger estão relegando ao velho e-mail o papel de trafegar apenas as informações comerciais. Mais ou menos o que aconteceu com a nossa caixa de correspondência, que hoje não passa de um amontoado de contas e malas-diretas nos vendendo coisas que não precisamos. Com exceção de uma oferta de pílulas azuis sem receita que estão muito em conta, mas isso não vem ao caso agora.

O e-mail ainda era o último elo natural com a arcaica carta de papel. Mesmo que seu envio fosse instantâneo e sem selo, sua lógica obedecia aos princípios de sua antecessora. Há muita gente preocupada com o embate livro físico x livro digital. Mas vejo poucos atentos a um gênero literário que está com os seus dias contados: a correspondência. Gênero esse que já produziu obras de grande relevância, como Carta ao Pai de Kafka, Na missiva, Kafka fazia um ajuste de contas com seu autoritário pai. No fim, nem a enviou ao seu progenitor, ficou com medinho. Nos dias de hoje, essa pérola literária seria reduzida a um mero SMS dizendo: pai, larga do meu. Abs K. E o mundo ficaria sem saber que aquelas loucuras envolvendo baratas, absurdos e burocracia até que eram bem razoáveis, para quem teve um pai como aquele. Falar em pai, o da psicanálise teve a correspondência de mais de 34 anos com sua filha, Anna, reunida em livro. E assim curiosos e profissionais puderam estudar a intimidade de Freud. Se esse material fosse produzido hoje, só teríamos coisas como:
- Chegou bem, filha?
- Cheguei.
- E o seu id e o seu superego também?

Num mundo onde é possível se comunicar a qualquer hora, em qualquer lugar e de diversas maneiras, a carta deixou de ser útil, perdeu seu sentido original.

Uma pena. Os livros de correspondência nos forneciam outro tipo de dado sobre a intimidade, registravam com muita naturalidade os momentos individuais e coletivos. Mas não adianta reclamar. É um caminho sem volta e rápido. Em breve, a revista CartaCapital se chamará SMS Capital, Papai Noel só receberá tuites das crianças e condutores precisarão tirar DM de motorista. Uma coisa será boa. Livros como Cartas Entre Amigos de Gabriel Chalita e padre Fábio de Melo também deixarão de existir.

POSTADO POR: Neruda

Revista Capital ANO XVI Nº 638 - 23/03/2011





terça-feira, 22 de março de 2011

Iminente Isolamento...2


A situação caótica do aeroporto de Itaituba já se arrasta por mais de seis anos, sendo que por conta das falhas em sua estrutura, várias empresas aéreas deixaram de operar na região. Segundo a Anac, dentre os maiores problemas do aeroporto estão falta de luminárias na pista e a ausência de uma viatura para os bombeiros no combate a incêndio. Até mesmo a torre de controle de vôo foi desativada no ano passado, sendo que hoje apenas um grupamento da Infraero orienta os pilotos que atuam na região. Ironicamente, na década de 80, o aeroporto de Itaituba chegou a ser considerado um dos mais movimentados do mundo, registrando mais de 300 pousos e decolagens diariamente, por conta da intensa atividade garimpeira, que sustentava a economia de toda a região oeste do Pará. O governo do Estado ficou de liberar uma verba emergencial para sanar os problemas do aeroporto, só não sei se isto ocorreu até o momento, porque pelo que se sabe a liberação total do aeroporto de Itaituba ainda não ocorreu efetivamente.


Eu pergunto onde estão as pessoas que falam: eu sou prefeito, eu sou o deputado estadual, eu sou o deputado federal, eu sou o promotor da comarca de Itaituba que não tomam uma providencia de fato por essa região? Ah! Minha querida Itaituba porque sofres, padeces de todo esse mal? O meu sentimento é impotência e este é o pior dos sentimentos, porque não posso realmente fazer nada a respeito. Como cidadão, não posso ficar calado diante desta situação. Rebelem-se Itaitubenses, façam alguma coisa, façam uma passeata, um protesto pacífico é claro, mas demonstrem sua indignação.
Altair Viana

domingo, 20 de março de 2011

Carta Do Ausente Vinicius de Moraes

Meus amigos, se durante meu recesso virem por acaso passar a minha amada peçam silêncio geral.

Depois apontem para o infinito.

Ela deve ir como uma sonâmbula, envolta numa aura de tristeza, pois seus olhos só verão a minha ausência.

Ela deve estar cega de tudo o que seja o meu amor (esse indizível amor que vive trancado em mim num cárcere mirando empós seu rastro).

Se for a tarde, comprem e desfolhem rosas à sua melancólica passagem, e se puderem entoem cantus-primus.

Que cesse totalmente o tráfego e silencie as buzinas de modo que se ouça longamente o ruído de seus passos.

Ah, meus amigos, ponham as mãos em prece e roguem, não importa a que ser ou divindade por que bem haja a minha grande amada durante o meu recesso, pois sua vida é minha vida, sua morte a minha morte.

Sendo possível soltem pombas brancas em quantidade suficiente para que se faça em torno a suave penumbra que lhe apraz.

Se houver por perto um hi-fi, coloquem o "Noturno em sí bemol" de Chopin.

E se porventura ela se puser a chorar, oh recolham-lhe as lágrimas em pequenos frascos de opalina a me serem mandados regularmente pela mala diplomática.

Meus amigos, meus irmãos (e todos os que amam a minha poesia), se por acaso virem passar a minha amada salmodiem versos meus.

Ela estará sobre uma nuvem envolta numa aura de tristeza o coração em luz transverberado.

Ela é aquela que eu não pensava mais possível, nascida do meu desespero de não encontrá-la.

Ela é aquela por quem caminham as minhas pernas e para quem foram feitos os meus braços, ela é aquela que eu amo no meu tempo e que amarei na minha eternidade - a amada una e impretérita.

Por isso procedam com discrição mas eficiência: que ela não sinta o seu caminho, e que este, ademais ofereça a maior segurança.

Seria sem dúvida de grande acerto não se locomovesse ela de todo, de maneira a evitar os perigos inerentes às leis da gravidade e do momentum dos corpos, e principalmente aquele devidos à falibilidade dos reflexos humanos.

Sim, seria extremamente preferível se mantivesse ela reclusa em andar térreo e intramuros num ambiente azul de paz e música.

Oh, que ela evite sobretudo dirigir à noite e estar sujeita aos imprevistos da loucura dos tempos.

Que ela se proteja, a minha amada contra os males terríveis desta ausência com música e equanil.

Que ela pense, agora e sempre em mim, que longe dela ando vagando pelos jardins noturnos da paixão e da melancolia.

Que ela se defenda, a minha amiga, contra tudo que anda, voa, corre e nada; e que se lembre que devemos nos encontrar, e para tanto é preciso que estejamos íntegros, e acontece que os perigos são máximos, e o amor de repente de tão grande tornou tudo frágil, extremamente, extremamente frágil.
Por Jade Guilhon.






terça-feira, 8 de março de 2011

Mulheres Ousadas

Gosto, sim, de mulheres ousadas, daquelas que não têm receio de assumirem-se lindas, sexys e maravilhosas. Mulheres que sabem bem o que querem - e o que não querem! - sem se importar com conceitos antiquados ou tabus.

Mulheres de um novo tempo: o tempo delas! O tempo de elas serem tudo o que podem e o que quiserem ser, após tanto tempo de repreensão. Mulheres ousadas são, sim, mulheres que ultrapassam fronteiras, são verdadeiras agentes de transformação de uma sociedade ainda tão hipócrita.

Gosto de mulheres ousadas, por que reconheço que as mulheres têm todo o direito do mundo de assumir sua feminilidade, de aproveitarem as coisas boas da vida, e de serem imensamente felizes - até por que poucas coisas no mundo são tão belas quanto um sorriso feminino. E eu simplesmente adoro o sorriso das mulheres ousadas.

Augusto Branco

Colaboração Michelle Corrêa

Tico Tico Fortissimo- Guitar Quartet

segunda-feira, 7 de março de 2011

Sábado de Zé Pereira e Terça-Feira Gorda. Saiba a origem dos nomes

SEGUNDA-FEIRA, 7 DE MARÇO DE 2011


Sábado de Zé Pereira e Terça-Feira Gorda. Saiba a origem dos nomes

Eu não abro mão da tranqüilidade de Belém, no carnaval. Ai sobra tempo, para saber de onde vem essa história de Segunda e Terça -Feira gorda.


O historiador Leonardo Dantas explica a origem dos nomes de batizam o início e o fim da folia de Momo.

O Sábado de Zé Pereira começou a ser chamado assim ainda no Brasil Colônia, quando grupos de portuguesese saíam às ruas tocando grandes tambores e anuciando o começo do Carnaval. Esse grupos ficaram conhecidos como Zés Pereiras.

A Terça-Feira Gorda é último dia antes do início da Quaresma – período de 40 dias no qual os católicos não podem comer carne. Aí já viu. E naquela época a igreja botava na inquisição quem descumprisse a norma. O povo caía nos prazeres da carne. Literalmente!

Contribuição do Sílvio Júnior:



quarta-feira, 2 de março de 2011

Câmara aprova projeto que proíbe revista íntima de mulheres

Multa para empresas que descumprirem norma é de R$ 20 mil. Proposta ainda tem de ser aprovada pelo Senado para virar lei.


Robson Bonin Do G1, em Brasília
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (3) projeto de lei que proíbe a revista íntima de mulheres em empresas e órgãos públicos. A matéria prevê multa de R$ 20 mil para quem descumprir a norma e R$ 40 mil em caso de reincidência. De autoria da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), o projeto segue agora para o Senado.

De acordo com o texto da matéria, as revistas íntimas de mulheres serão permitidas apenas nos presídios e terão de ser realizadas por funcionárias. A multa pelo descumprimento da lei será revertida aos órgãos de proteção dos direitos da mulher.

Segundo Alice, a intenção da matéria é evitar abusos e resguardar o direito da mulher à intimidade, e não facilitar a prática de crimes. “Não estamos pugnando pela impunidade e não queremos que eles passem incólumes.”

Ainda de acordo com a deputada, o projeto aprovado pela Câmara representa uma resposta a dezenas de denúncias de abusos contra mulheres em estabelecimentos públicos e privados. "Constatamos que um grande número de trabalhadoras são constrangidas a se submeter diariamente à revista íntima ao fim da jornada de trabalho", argumentou a deputada.






segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Palhaços Trovadores divertem centenas de famílias na Estação das Docas


"Trouxe ela para que desde cedo saiba se divertir de maneira tranquila". A declaração é da professora de educação física, Tamila Alcântara, que levou sua filha Ana Luisa neste domingo (27) para pular Carnaval com os Palhaços Trovadores na Estação das Docas. Com apenas dois anos, a menina já gosta de dançar e é estimulada pela mãe a gostar da Folia de Momo.

Tamila também levou o sobrinho Victor Gabriel, de nove anos para a apresentação especial dos clowns no projeto Teatro ao Pôr-do-Sol, promovida pela Organização Social Pará 2000, e Secretaria de Estado de Cultura. O espetáculo reuniu crianças, jovens, adultos e idosos que sorriram, dançaram e brincaram com o grupo.

"Bené, onde você estiver alegria sempre", declarou o diretor geral dos Palhaços Trovadores, Marton Maués, dedicando a apresentação ao filósofo Benedito Nunes, morto na madrugada de domingo. Segundo ele, Nunes era fã dos clowns e sempre esteve presente nos espetáculos. Os palhaços fizeram uma homenagem especial cantando diversos sambas ao filósofo.

"Ó Abre Alas"

A peça "Ó Abre Alas" resgata os antigos carnavais e a partir de cada marchinha cantada vão sendo encenadas as mais curiosas situações. Entre as personagens, foliões fantasiados, blocos de sujos improvisados, pessoas extravagantes e os mascarados.

A trilha sonora é bem conhecida: "Mamãe eu quero", "Quem não chora não mama", "Aurora", "Bola Preta", "Cachaça", "Bandeira Branca", "Máscara Negra", entre outras. A vendedora, Delma de Fátima, 43 anos, conhece bem o espetáculo. "Sempre que eles se apresentam a gente vem assistir. Gostamos muito porque cada vez que eles se apresentam é diferente", afirmou.

Ela levou à Estação o neto Kauã, de um ano, fantasiado de homem aranha. "Trouxe porque sei que aqui é seguro e confortável, ideal para mostrar para ele como o Carnaval é bom", disse Delma se referindo às vantagens da programação cultural na Estação das Docas.

A vendedora revelou, ainda, que é fã do Boi Veludinho, grupo de Boi de Máscara que se apresenta no próximo sábado (5), quando o complexo realiza o tradicional Bailinho de Carnaval. Às 17h30, tem início a festa que foi planejada especialmente para as famílias.

Além do Boi Veludinho em cortejo pela Estação, o evento terá a apresentação da Banda de Fanfarra liderada por Téo Pérola Negra, que tocará marchinhas, sambas enredos e outros ritmos. As atrações serão acompanhadas de oficinas de máscaras de garrafas PET e pinturas de rosto comandados pela ONG NoOlhar.

Kassya Fernandes - Ascom Pará 2000

Academia anuncia vencedores da 83ª edição do Oscar

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou na noite deste domingo (27) os vencedores da 83ª edição do Oscar. "O discurso do rei" foi o grande destaque da noite. Confira abaixo os principais vencedores e a lista completa de prêmios.


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Pará perde o filósofo Benedito Nunes

Faleceu, na manhã deste domingo (27), Benedito Nunes, professor, filósofo, crítico e ensaísta paraense de renome internacional. Segundo o Hospital Beneficente Portuguesa, Benedito foi encaminhado às 20h da noite deste sábado (26), para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). O filósofo já estava internado no Hospital há oito dias. O falecimento ocorreu às 10h45 de hoje.

Segundo o hospital, Benedito Nunes tinha uma úlcera e estava com hemorragia no estômago. Pela manhã ele sofreu uma parada cardio respiratória e veio a óbito.

O corpo de Benedito Nunes está sendo velado na Igreja de Santo Alexandre, no Complexo Feliz Lusitânia, em Belém. Nesta segunda-feira (28) haverá uma missa, de corpo presente, homenageando o filósofo na mesma igreja.

Também nesta segunda-feira (27), está marcada a cerimônia de cremação do corpo do filósofo no Cemitério Max Domini, em Marituba, região metropolitana de Belém.

Veja imagens do filósofo paraense

Paulo Chaves, secretário de Cultura lamentou sobre a morte de Benedito. 'Estamos todos muito abalados com a perda do Benedito. Além da saudade do amigo, fica o exemplo do intelectual impecável, do ensaísta rigoroso e do professor generoso de tantas gerações. É uma perda enorme!', lamenta.

Nota de pesar - Em nota goverandor Simão Jatene, lamenta o falecimento de Benedito Nunes. 'Em nome de todos os paraenses, agradeço a inestimável contribuição do mestre Benedito José Nunes à cultura do país. A sua dedicação como escritor, crítico de arte, filósofo e professor é irretocável. Mais ainda, sua grandeza como paraense se revelou quando recebeu convites irrecusáveis para trabalhar em outros centros, no Brasil e no exterior, mas escolheu o Pará como destino e lugar para viver e construir a sua vasta e admirável trajetória intelectual. O Pará, reconhecido, saberá honrar a sua memória.'

Quem também enviou nota a redação foi a Associação de Docentes da UFPA (Adufpa). 'A ADUFPA se solidariza aos familiares do professor Benedito Nunes e aos milhões de paraenses enlutados por esta perda inestimável. Com sua grandeza intelectual, Benedito Nunes deixa saudades, mas ficará eternizado por meio de suas obras, que muito deram orgulho e contribuíram para a cultura do país e para o desenvolvimento do conhecimento amazônico.'

Histórico - Benedito José Viana da Nunes nasceu em 21 de novembro de 1929, em Belém, onde viveu até hoje. Em 1952, graduou-se na Faculdade de Direito do Pará e, entre 1949 e 1960, lecionou Filosofia e História. Foi um dos fundadores da Faculdade de Filosofia do Estado, onde ensinou Ética e História da Filosofia, de 1954 a 1960. No ano seguinte, foi contratado pela Universidade Federal do Pará, para a qual elaborou o projeto de criação do Curso de Filosofia, inaugurado em 1975. Em 1998, Bendito Nunes recebeu o título de Professor Emérito da UFPA.

Benedito Nunes era especialista em analisar obras de escritores renomados, como Clarice Lispector, João Cabral de Melo Neto, Guimarães Rosa e Fernando Pessoa. O autor se intitulava autodidata e eterno aprendiz.

Entre suas obras: O Mundo de Clarice Lispector (1966); Poesia de Mário Faustino (1966); Farias Brito: Trovas Escolhidas (1967); O Dorso do Tigre (1969); Leitura de Clarice Lispector (1973); Oswald Canibal (1978); O Livro do Seminário (1983); Passagem para o Poético: Filosofia e Poesia em Heidegger (1986); O Tempo na Narrativa (1988); A Paixão Segundo GH/ Clarice Lispector (1988); O Drama da Linguagem: uma Leitura de Clarice Lispector (1989); O Crivo de Papel (1999) e Hermenêutica e Poesia — O Pensamento Poético(1999).

Em 2010, Benedito foi agraciado com o Prêmio Machado de Assis, oferecido pela Academia Brasileira de Letras (ABL), pelo conjunto de sua obra. O Prêmio Machado de Assis é o principal prêmio literário brasileiro, oferecido pela ABL. Ele é concedido, anualmente, desde 1941.

http://www.orm.com.br/


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Alex Roberto (vulgo Biro-Biro), sonhos e realizações

Sempre batemos na mesma tecla, precisamos de bons colaboradores nos órgãos governamentais, independente da esfera. Precisamos de pessoas inteligentes, interessadas e principalmente criativas.

Nada melhor do que citar o Alex Roberto, filho de Francisco Bandeira e da Chiquita como nós a chamávamos. Hoje Alex é contador, curso superior na Universidade da Amazônia – UNAMA, experiência em controle interno (a menina dos olhos dos tribunais), trabalhou na Prefeitura Municipal de Ulianópolis, onde deixou as portas abertas pelo excelente trabalho ali prestado. Experiência de serviço público na Prefeitura Municipal de Trairão, sete anos de bons serviços no setor financeiro (controle interno) do Departamento Estadual de Trânsito do Estado do Pará – DETRAN. Vem desempenhando suas funções no Controle Interno da Prefeitura Municipal de Aveiro, ligado diretamente ao gabinete do prefeito, como ele mesmo diz: “são os olhos do Tribunal de Contas dos Municípios dentro da Prefeitura de Aveiro”.

E para mim, que sou amante da natureza, diz Alex: “Itaituba é sempre Itaituba”. Hoje saímos de manhã cedo em uma lancha para Aveiro em companhia do Senhor Prefeito e apreciávamos as belezas do nosso Rio Tapajós. Como é bonito! Já de manhã cedo, por volta de seis horas, passávamos por barreiras e admirávamos as águas límpidas do Majestoso, reluzindo como um tapete dourado pela luz do sol, procurando o seu curso. Isso me encanta!

Alex Roberto, é um símbolo de luta, cursou uma faculdade com todas as dificuldades, longe de seus pais, sofreu a perda de sua mãe, mas sempre apoiado pela família Viana, não desanimou. Foi à luta e hoje está conquistando o seu lugar pela seriedade, competência e dedicação no seu trabalho. Parabéns!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Formatura em História – UFPA, 11.02.2011

Meu filho Bernard Arthur..


Você para mim será sempre uma criança, apesar de não ser mais(sei disso). Ah! como sei. Lembro com todo carinho de sua trajetória até aqui desde o maternal, foram anos de luta e ensinamentos de parte a parte.

O meu orgulho e de sua mãe que considero uma heroína por ter força muitas vezes desumana para criá-lo, compreendê-lo porque além de vitalidade és de um temperamento forte, e nem sempre eu podia estar por perto. Mas, tudo foi superado com muita raça e dedicação por ti meu filho, por mim e tua mãe. Nós te amamos, nunca esqueça isso. Aliás, amamos todos vocês (Breno, Bruno, Amanda, Manuela e Bianca), a família inteira.

Sempre que te chamamos atenção de alguma coisa sempre é para o seu bem, para o seu crescimento, pra te dar independência e força pra você saber identificar o bem e o mal, o certo e o errado. Damos-te a base o resto é contigo.

Hoje eu tive um sonho com teu avô acho que ele me mandou dizer parabéns pela tua formatura em história, assunto que ele amava e falava sempre contigo nos papos que vocês tinham em casa.

A dimensão do teu ato é tão grande para nós meu filho que não sei como mensurá-lo. Então, imagina o tamanho da alegria de tua avó, teus irmãos, sobrinhas, primos, tios e tias.

Parabéns meu filho e te prepara para próxima etapa de tua vida acadêmica. Mestrado, doutorado...

Um grande beijo dos teus pais Altair e Socorro.

10/02/2011 - Aprovado decreto que reajusta salário parlamentar

Os deputados estaduais da 17ª legislatura vão receber aproximadamente R$ 20 mil de subsídios a partir do final de fevereiro, conforme decreto legislativo aprovado pela ampla maioria dos deputados presentes na sessão plenária. O projeto recebeu apenas um voto contra, a do deputado Edmilson Rodrigues, líder do PSOL

O aumento dos subsídios é previsto no regimento interno do Poder Legislativo, na Constituição Estadual e Federal, na razão de até 75% dos valores que recebem os deputados federais. O rebatimento, como é chamado é a adequação dos subsídios aos dos parlamentares federal do Congresso Nacional. O salário do deputado estadual na legislatura passada foi de R$ 12 mil.

O deputado Manoel Pioneiro (PSDB), presidente da Assembléia, garantiu que existem recursos para o pagamento da nova remuneração dos parlamentares. “O maior problema da Assembléia não está no salário de deputado, mas em um bocado de vantagens percebidas por funcionários e que acabam aumentando a folha”, explicou. Ele garantiu, entretanto, que os cortes serão feitos naturalmente obedecendo à legislação.

O presidente defendeu a legalidade do decreto, elaborado pelo ex-presidente Domingos Juvenil (PMDB). “A minha função, como era a dele, é defender, proteger e fazer cumprir o regimento interno e a

Constituição. Tomou-se, então, a providencia e o reajuste foi votado e aprovado em plenário”, explicou.

O deputado Edmilson Rodrigues, que votou contrário, havia solicitado a suspensão da votação para a apresentação de uma proposta alternativa de reajuste salarial dos deputados obedecendo aos mesmos índices de reajuste do salário dos trabalhadores. “Se o raciocínio da política oficial seja o de reajustar salário pelo IPC, INPC, a Assembléia deveria manter a coerência e adotar o mesmo critério, já que se fala em crise financeira”, defendeu. Ele reclamou ainda da falta de transparência na discussão do projeto de reajuste dos subsídios dos deputados.
http://www.alepa.pa.gov.br/alepa/lernoticia.php?idnoticia=4150

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Uma reflexão sobre a política de cobrança de dívidas comerciais

Os consumidores muitas vezes são surpreendidos por uma conta atrasada por motivos diversos: esquecimento, orçamento estrangulado ou mesmo pela displicência. Que tal se trouxesse à luz da discursão mercadológica, a política de aplicação de multas e juros, o princípio da maiêutica socrática que consiste na interrogação, inquirição, perguntas como: quanto estou devendo? Qual o juro aplicado às minhas compras? Porque eu devia “x” e hoje estou devendo “5x”? Demonstre-me a matemática utilizada nessa cobrança? Eu posso me deslocar para ir até vocês para me demonstrarem? São perguntas frequentes que fazemos e não nos damos conta da fragilidade do sistema. É assustador você receber cobranças exorbitantes com propostas de acordos (sob pressão) e imediatamente as condições são aceitas sem se dá conta de que aquele acordo não está ao seu alcance.

Assim é a política utilizada no nosso país, às cobranças em sua maioria são virtuais e não chegam a serem finalizadas devido à ineficiência dos serviços das operadoras de telefonia. A pressão psicológica continua, são várias ligações sem se completarem. Imaginem se cada empresa dessas cobrar a mais 1% de cada consumidor? De quanto seria o ganho em cima do saldo devedor? Ficam incógnitas, essas cobranças são verdadeiras? Existe seriedade por parte do empresariado? Resta-nos a incorporação da antipatia e usarmos dos nossos direitos em termos claros as operações que estão sendo realizadas, se estão de acordo com a política de juros autorizada pelo governo. Você já deve ter recebido no final do ano algumas contas de telefone, água, luz e outros, em dobro, e sem perceber efetua o pagamento. O consumidor reclama, a empresa responde: não se preocupe, a devolução virá na sua próxima conta. E aceitamos pacificamente.

Devemos estar atentos aos movimentos da política financeira e termos o cuidado de estarmos verificando, conferindo o que estamos pagando para não sermos enganados pelos grandes agiotas oficializados pelo governo sob a ótica inflacionária de “proteção do capital” em aumenta os juros para deter a alta inflação do mercado financeiro. Enquanto isso, os banqueiros engordam as suas contas sem o menor escrúpulo.

Armando Mendonça

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

D. Judith Cabral Furtado comemorar seus 90 anos de idade é....

Na verdade um acontecimento único na vida de uma pessoa, porém comemorar os seus 90 anos (29.01.2011), pra nossa família foi uma honra. Ver sua família reunida com filhos (as), netos (as) e bisnetos (as), noras e os amigos. Com certeza foi uma alegria contagiante com seus filhos Wilson José e Paulo Eduardo dando o tom da festa com muita música e cantoria.

D. Judith, falar de você é um privilégio, mas estou me arvorando em dizer que lhe admiro pela sua serenidade e disciplina oriental, principalmente nas suas atitudes com horários e decisões. Uma característica sua que me lembro é: “Você jamais chama um filho ou qualquer membro de sua família por apelido é somente pelo nome e sobrenome”.

Linda festa de aniversário simples e aconchegante, carinhosa. Muito obrigado por teres nos convidados e reviver alguns momentos de alegria e saudade de seus filhos e esposo queridos com a homenagem feita num mural de fotografias. Mas, tenho certeza que seus netos (as) são o seu bálsamo pra superar a saudade. E repito meus parabéns, felicidades, saúde e muitos anos de vida.

Um abraço do amigo,

Altair Viana

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Comentários sobre o “teatro delivery”


Reporto-me aqui ao tema abordado na Revista Bravo de janeiro de 2011 sobre o “teatro delivery”, onde os atores se apresentam nas salas das residências como se penetrassem nos movimentos diários das pessoas, que muitas vezes não compreendem o seu interior, as suas emoções, apelando ao gracejo, à pilhéria apimentada, abordando os temas corriqueiros como fuga ao caos vivido nos grandes centros. Os temas por eles abordados não me atraem uma vez que o homem precisa navegar no mundo do pensamento harmônico apelativo à rima poética dos produtores de imaginação fértil, trazendo à tona assuntos a que venham contribuir melhor convivência social.

No mês de dezembro de 2010 recebemos a visita da atriz Côco Maldonado, equatoriana mestra em artes cênicas pela Universidade Federal da Bahia que realiza atualmente o seu projeto de “teatro para viagem” (http://www.soledaddelmonte.blogspot.com/), em que interpreta uma senhora idosa e uma jovem em um diálogo de família. No primeiro momento, a plateia, também em uma sala, é estimulada a falar do fim, do começo, de si, do seu passado, dos seus sentimentos, de alegrias, tristezas e principalmente da sua infância. Em seguida todos são convidados a irem até a cozinha onde o teatro continua com o diálogo entre a senhora idosa e a jovem, enquanto Côco Maldonado passa o café e ao mesmo tempo faz o “doce de Vênus” (um doce de goiaba), sempre abordando assuntos de cunho social, isso com ajuda da platéia formada por nós residentes e por alguns convidados. Ao final, todos tomam o café e saboreiam o doce de Vênus como agradecimento aos participantes. Achei uma experiência incrível pela liberdade dada a plateia na participação da apresentação do teatro.

Em Belém temos a experiência do “Grupo Verbus” formado por sete integrantes, com características teatrais e musicais interativas, com uma proposta poética para bares. A diferença está na interatividade com a plateia. Os movimentos se dão de forma em que o ator ao declamar um poema desperta na platéia o aprofundamento de situações adversas que venha fazer com que a mesma se transporte e vivencie o ato encenado. A vida como ela é, só pode ser vivida com sabor, graças às suas diferenças: amor, perdão, traição, devoção, sentimentos sofridos, escárnio, violência, desejo, desolação, alegria, tristeza, estresse e por aí vão as diversas formas de viver a vida quebrando barreiras.

O “Grupo Verbus” canta em verso e prosa as diferentes visões do amor, através das poesias de Vinicius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade, Afonso Romano de Santana, Martha Medeiros e Hilda Hilst. Embaladas por canções de Cartola, Tom Jobim, Baden Powel, Chico Buarque e outros, em interpretações que ficaram marcadas nas vozes de Elis Regina, Maria Betânia e outros grandes nomes da música popular brasileira.

Talvez eu tenha atribuído um maior valor às propostas do teatro de cozinha, que considero delivery, por ele estabelecer uma relação de cunho social com a platéia, principalmente familiar, e a do Grupo Verbus, com a  vantagem de proporcionar à sua platéia a interpretação da poesia e da música interligadas de forma mais contagiante, sem perder de vista que pode se adaptar a outras condições de apresentação, sendo flexível a ponto de necessitar apenas do contato mais estreito com o público para que o espetáculo possa acontecer.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

É uma honra ....


Recebê-lo em nosso convívio Paulo Eduardo Cabral Furtado. O motivo não poderia ser mais importante, a colação de grau de sua filha querida Ligia Furtado em Bacharel em Ciências Jurídicas pela Universidade da Amazônia – Unama, no dia 21.01.2011.

Um grande abraço do amigo

Altair Viana.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Querer - Poema de Pablo Neruda

Pablo Neruda foi um dos mais importantes poetas chilenos do século XX. Eis um de seus belos poemas de amor:


Querer

Não te quero senão porque te quero,
e de querer-te a não te querer chego,
e de esperar-te quando não te espero,
passa o meu coração do frio ao fogo.
Quero-te só porque a ti te quero,
Odeio-te sem fim e odiando te rogo,
e a medida do meu amor viajante,
é não te ver e amar-te,
como um cego.
Talvez consumirá a luz de Janeiro,
seu raio cruel meu coração inteiro,
roubando-me a chave do sossego,
nesta história só eu me morro,
e morrerei de amor porque te quero,
porque te quero amor,
a sangue e fogo.

Pablo Neruda

Contribuição da Ana Clara

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Belos Poemas Que Viraram Música – Fanatismo

Da série “Belos Poemas Que Viraram Música” o destaque de hoje é Fanatismo, soneto da poetisa portuguesa Florbela Espanca. O poema foi musicado por Fagner e gravado no disco Traduzir-se de 1981.

Fanatismo é um soneto (dois quartetos e dois tercetos) publicado pela primeira vez no “Livro de Sóror Saudade”, uma coletânea de 36 sonetos, editado em janeiro de 1923, cuja primeira edição de 200 livros esgotou-se rapidamente.

O poema foge, um pouco, dos argumentos melancólicos da maioria das suas poesias, embora também se perceba componentes de dor e sofrimento. Desta vez, a poetisa optou por escancarar todo o seu amor e lirismo.

A paixão, nesta poesia, é levada ao extremo ("[...] Podem voar mundos, morrer astros, Que tu és como Deus: princípio e fim”), justificando, plenamente, o título. O amor de Florbela, em fanatismo é arrebatador. É tratado de forma hiperbólica, possessiva e, ao mesmo tempo, submissa, resultado, talvez, da eterna procura de um amado (“[...] a mesma história tantas vezes lida [...]”).

http://drzem.blogspot.com/2010/07/belos-poemas-que-viraram-musicas.html

Vilson Shuber é o novo diretor Superintendente do sebrae


Quinta-Feira, 13/01/2011, 17:40:08
Na tarde de hoje (13), Elias Pedrosa foi eleito o novo Diretor Administrativo-Financeiro do Sebrae/PA. A eleição aconteceu das 16h30 às 17h, na sede do Sebrae. Junto com Elias, foram eleitos José Conrado (presidente do Conselho), Vilson Shuber (diretor superintendente) e Suleima Pegado (diretora técnica). A nova diretoria comandará o órgão nos próximos quatro anos.



Sucesso ao amigo Shubert e à amiga Suleima Pegado

domingo, 9 de janeiro de 2011

Iminente Isolamento...

Há muitos anos atrás nascia uma comunidade, depois uma vila e por fim uma cidade nas margens do rio tapajós chamada carinhosamente de Itaituba. Lugar onde todas as famílias se conheciam, cumprimentavam, respeitavam e obviamente amavam aquela nova cidade. Ao longo do tempo vieram às mudanças algumas pra melhor outras nem tanto, junto com essas mudanças outras pessoas também chegaram umas bem intencionadas outras não... E num passado bem recente temos provas suficientes pra ver e crer que Itaituba padece de ações de alguns maus intencionados, que não reconhecem que é daqui que tiram seu sustento e de suas famílias. Mesmo assim, cometem erros atrás de erros na administração pública da cidade. Quando não é no patrimônio histórico da cidade é nos serviços que atende a todos como o transporte aéreo, da única companhia aérea a TRIP , que mesmo nas condições apresentadas nos atende de maneira boa, satisfatória.
Este transporte é necessário e providencial pra nossa região, porque através deste transporte muitas pessoas e famílias sobrevivem uns bem outros nem tanto deste serviço. As agências de viagem são muitas pra demanda oferecida na cidade, exceto em ocasiões especiais, como férias, fim de ano, festa da padroeira etc, estas têm um alivio no seu orçamento.
Para toda essa estrutura funcionar bem é necessário que o poder público cumpra sua parte, sua obrigação de administrar limpeza, manter o sistema elétrico(iluminação da pista) e pintura da pista de pouso e decolagem do aeroporto.
Como cidadão e filho desta cidade peço ao ministério público e ao recente empossado deputado federal Adv. João Dudimar, que interfira junto ao Infraero e prefeitura de Itaituba, tomar providências no sentido de solucionar esse pequeno problema pra alegria de todos em nossa cidade. Quero lembrar que o transporte aéreo é uma concessão do poder público, em contrapartida oferece o mínimo de estrutura pra que o sistema funcione como um todo.
Espero sinceramente que Itaituba não fique sem transporte aéreo da única companhia aérea que opera na região. Não é razoável e nem tão pouco justo com os itaitubenses.

Altair Viana.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Ne me quitte pas - Versão de Fausto Nilo.


Armando,

Para complementar, peço-te que poste o poema abaixo para aquecer o coração dos apaixonados de plantão...

"de todos os versos de amor
as rimas e frases reinventadas
as jogadas de efeito
os subterfúgios e os hai-kais
anotações de diário
de todos os nomes que dei
para crises de adolescência
e carências plagiadas
de todo o minimalismo
clichês e letras de música
de toda minha literatura
você ainda é a melhor página"

Martha Medeiros

6 de janeiro de 2011 21:02

Jatene garante hospital regional para Itaituba

O governador Simão Jatene anunciou ontem à noite que Itaituba, na região oeste do Estado, terá um hospital regional e que Marabá poderá ter seu hospital ampliado ou outro construído em razão da grande demanda.
Ele também manifestou a intenção de rever o aluguel de 450 carros de passeio que hoje a Polícia Militar (PM) utiliza no policiamento das ruas nas principais cidades paraenses.
O contrato, assinado no governo passado, custa R$ 20 milhões anuais ao Estado. A beneficiada pelo aluguel foi a empresa Delta Construções. Para Jatene, os veículos são “inadequados” para esse tipo de combate à criminalidade. (Diário on line)
Blog do J. Parente